Leia o texto abaixo que eu retirei da internet e veja se você se encaixa nele. Veja se não está na hora de fazer alguma coisa. Numa época em que muitos saem do armário, talvez você tenha que sair do seu comodismo e fazer algo mais pela vida. evidio@bol.com.br
“O grande problema está naqueles que querem apenas
‘sobreviver’. Que levam uma existência honesta e não querem se incomodar. Que
não querem nada de fora atrapalhando suas vidinhas. Que não têm posicionamento
nem causa. Que não medem a própria força, por medo de colidir com as próprias
fraquezas. Que não gostam de provocar ondas – nem inimigos. Aqueles pra quem
liberdade, honra, verdade e princípio não passam de literatura. De vidas
pequenas, convivências pequenas, mortes pequenas. A vida ao modo reducionista:
quanto menor, mais fácil de controlar.
O bicho-papão não vem atrás de quem não faz barulho. Mas isto não passa de ilusão, pois também morrem estes que escondem a alma sob as cobertas, achando-se a salvo. A salvo?! A salvo do quê? Quem vive está sempre à beira da morte. Ruelas estreitas chegam ao mesmo lugar que amplas avenidas, e a pequena vela arde e se consome tanto quanto a tocha fulgurante.
Eu decido como vou arder.“
- Sophie Scholl ou Lillian Garrett-Groag.
O bicho-papão não vem atrás de quem não faz barulho. Mas isto não passa de ilusão, pois também morrem estes que escondem a alma sob as cobertas, achando-se a salvo. A salvo?! A salvo do quê? Quem vive está sempre à beira da morte. Ruelas estreitas chegam ao mesmo lugar que amplas avenidas, e a pequena vela arde e se consome tanto quanto a tocha fulgurante.
Eu decido como vou arder.“
- Sophie Scholl ou Lillian Garrett-Groag.
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